quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Psicodinâmica das cores




Olá!
Achei hoje no Updateordie um link bem bacana explicando sobre como as cores são tratadas no cinema, que traz esse vídeo (em inglês) explicativo com alguns exemplos práticos. Acho que mesmo para os que não entendem nada de inglês, pode conseguir captar alguma informação vendo-o. ;)

Mas queria fazer uma ressalva quanto a uma informação que eles escreveram na matéria, sobre não haver um dicionário sobre as cores, pois, tecnicamente, existe o livro "Psicologia das cores" da Eva Heller que dá uma explicada sobre o uso delas e pode até funcionar como um dicionário, sim. E tem o "Dicionário de Símbolos" do Jean Chevalier que também dá designações sobre as cores, para quê cada uma delas era comumente usada para representar na literatura e pintura. Recomendo os dois livros para qualquer um que trabalhe com cores (artistas, designers, arquitetos...)!

Enfim, esse vídeo trás esse esquema de cores que achei bem legal e tirei esse print para quem quiser traduzir depois, sobre a relação das cores com as emoções. ;) Clicando na imagem, vocês conseguem captá-la em tamanho maior.



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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Um pouco sobre poética


Olá!
Como vocês sabem, eu não sou formada em Artes. Já pensei em entrar para o curso, até tentei o vestibular no ano passado, mas acabei desistindo depois de alguns concelhos que recebi e alguns comentários que li a respeito do curso. Mas ainda assim me interesso pelo tema, e gostaria muito de poder me aprofundar nisso.

Uma das coisas que tenho mais buscado ultimamente é construir um conceito. Acho que trabalhar com conceitos torna o trabalho mais consistente, mais sólido, mais substancial. Até cheguei a trocar algumas palavrinhas sobre isso com a Lili ♥, que ainda me deu algumas ideias muito boas a respeito disso, como "pensar no que eu gostaria de transmitir com o meu trabalho e também analisar que elementos já aparecem naturalmente/inconscientemente nele e que eu mais gosto... e tentar reforçar isso. (...) pensar coisas que eu gosto de outras áreas da vida e testar como elas poderem ser incluídas." 

Aí, lendo e relendo isso, me lembrei que existe essa coisa chamada Poética dentro da arte, que mais ou menos deve transmitir todas essas ideias. Então, resolvi dar mais uma pesquisada sobre o assunto para ver se, assim, quem sabe, uma luz aparece no final do túnel. :)

Bom, minha pesquisa começou pelo básico, o Wikipédia, que dá uma boa definição sobre o que é a poética. De acordo com o site,
"a poética é o estudo das obras literárias, particularmente as narrativas, que visa esclarecer suas características gerais, a sua literalidade, criando conceitos que possam ser generalizados para o entendimento da construção de outras obras. Além disso a poética também pode indicar um ato em si, como uma resignifcação semântica de determinados elementos, normalmente ligados à palavra e seu significado dentro de um contexto, mas passível de ser aplicável também a qualquer outro objeto ou entendimento onde se possa resignificar um valor já atribuído, dando novos sentidos. Esse processo está intimamente ligado ao imaginário, onde a atribuição de significados é uma constante. (...) a função poética, que é sempre subordinada à linguagem, estabelece no seu exercício de significação e perversão da realidade. Assim as funções da linguagem não se limitam a nomear o mundo, mas na sua prática justamente conferir existência à realidade."
Acho que a curto e grosso modo, resumindo de uma maneira beeeem simplificada, podemos dizer que a poética é a interpretação que fazemos de um trabalho, desde que essa interpretação seja refletida em algum aspecto da realidade. Como diz aquele famoso ditado (que parece ter vindo do próprio Aristóteles), pois "a arte imita a vida". O infopédia traz mais esclarecimento sobre isso, dizendo que a poética deve reproduzir "apenas o real, mas pensa ser preferível a captação imaginativa daquilo que é mais verosímil do que verdadeiro e mais universal do que particular. (...) deve moralizar e não apenas causar prazer."

Pelas minhas pesquisas, foi Aristóteles mesmo o primeiro a pensar sobre o tema, e definir conceitos que a poética pode abordar. Como, por exemplo:
  1. Mimesis ou "imitação", "representação".
  2. Catharsis ou "purgação", "purificação", "esclarecimento".
  3. Peripeteia ou "reversão".
  4. Anagnorisis ou "reconhecimento", "identificação".
  5. Hamartia ou "erro de cálculo" (entendida no Romantismo como "falha trágica").
  6. Mythos ou "roteiro", "argumento".
  7. Ethos ou "caráter".
  8. Dianoia ou "pensamento", "tema".
  9. Lexis ou "retórica", "fala".
  10. Melos ou "melodia", "música".
  11. Opsis ou "espetáculo".
Na época em que ele pensava sobre isso, Aristóteles se referia somente à arte escrita, pois, até então, era a única forma de arte considerada. Foi somente mais tarde que passaram a ver pinturas e esculturas como arte, e, aí, todo o conceito sobre poética que ele havia elaborado sofreu distorções. "A Poética passou a ser tratada como um cânone que determinava estilos que deveriam ser seguidos ou combatidos por várias correntes estéticas, como o Classicismo e o Neoclassicismo." Achei isso bem interessante porque eu nunca tinha parado para pensar no Barroco ou o Art Nouveau como poética (e agora faz muito mais sentido! duh). Sempre achei que fosse apenas um período na arte, derivado do pensamento filosófico e do momento histórico da época que, por acaso, seguiam um mesmo padrão. Que inocente!

Dentro disso, fiquei me perguntando qual seria o padrão da arte Contemporânea, que sempre foi um mistério para mim. Nunca consegui compreender bem, desde a época em que eu estudei história da Arte no curso de Design, o que diabos era, de fato, a Contemporaneidade. Os professores sempre mostravam trabalhos como os do Andy Warhol que, para mim (veja bem, PARA MIM), nunca disseram muita coisa. E com a chama da curiosidade sobre esse assunto acesa de novo, :D resolvi buscar mais algum esclarecimento com o nosso amigão Wikipédia que "diz" que os estudiosos consideram que
"a arte contemporânea, em seus estilos, escolas e movimentos, tenha surgido por volta da segunda metade do século XX, mais precisamente após a Segunda Guerra Mundial, como ação de ruptura com a arte moderna. Depois da guerra, os artistas mostraram-se voltados às verdades do inconsciente e interessados pela reconstrução da sociedade. Sobrepôs-se aos costumes, a necessidade da produção em massa. Quando surgia um movimento na arte, este revelava-se por meio das variadas linguagens, através da constante experimentação de novas técnicas. (...) A efervescência cultural começou a questionar a sociedade do pós-guerra, rebelando-se contra o estilo de vida difundido no cinema, na moda, na televisão e na literatura." 
Ou seja, ela toda é embasada na crítica do mundo comercial em que vivemos hoje, pois os avanços tecnológicos também entram nessa receita. Aí, comecei a me lembrar de trabalhos como estes, que são puramente críticos.
"A consciência ecológica e o reaproveitamento de materiais são temas recorrentes, que se popularizaram no final do século XX. Em paralelo, a revolução digital e a consequente globalização, por meio da internet, formam o período mais recente da contemporaneidade."
Com isso em mente, fiquei me lembrando de trabalhos como os da Velonyca, da Maruti, da Stephanie, da Lauren, a Ania e a própria Lili  (entre tantos outros artistas) que me parecem trabalhar com a subjetividade do inconsciente, mas mais voltado para o espírito das coisas (do eu próprio, da natureza, do espaço...), me perguntando sobre qual seria o próximo movimento. E tem se falado tanto em autoconhecimento, em paz interior, em buscar um olhar mais transcendental para as coisas a nossa volta, né?! Inclusive tem aquela teoria sobre a nova era profetizada pelos povos Maias, que mais ou menos se refere a isso também. Bom, talvez eu esteja falando uma grande bobagem aqui, hehe, mas esse tema foi algo que me fez refletir a respeito disso.

Nesse pequeno artigo, escrito por alunas de especialização da FASETE, consta que
"pensar a linguagem poética é antes de tudo refletir sobre o “estranhamento” provocado pela mesma diante da configuração e significação que envolve o seu desenvolvimento. (...) a poesia, enquanto linguagem é uma forma eminente da experiência e da expressão da própria realidade, já que é na linguagem que se dá a abertura do mundo, que se dá o “ser” das coisas. (...) O dizer diferente identificado na linguagem poética leva ao leitor possibilidades para pensar a língua e sua carga expressiva, que, de acordo com Michelitti (2000, p.22-23) o conduz a uma reflexão mais ampla que envolve desde questões existenciais até o posicionamento do sujeito leitor no seu grupo social." 
Bom, falando em questões existenciais (que inclusive a Lili tinha comentado sobre a questão do autoconhecimento também, para a elaboração do conceito), para finalizar o textão, encontrei uma definição bacana sobre Poética Pessoal que me parece ser mais voltado para o trabalho do indivíduo como indivíduo, e não como sociedade, como a maioria dos trabalhos são vistos. Ali, ele diz que essa tal de poética pessoal é
"o modo singular de comunicar-se pela linguagem da arte. Se a aproximação da Arte-Público é um caminho de múltiplas direções, a obra do artista é seu coração e a poética, o que o faz bater. Mais do que conhecer uma ou outra obra, perceber a poética de seu produtor é conhecer a aventura de seu processo criador, seus repertórios pessoal e cultural, suas escolhas, inquietudes e procedimentos. Cada pessoa possui uma poética que é adquirida com suas experiências, estudos, convívio com outras pessoas, etc.. A Poética de cada um influencia seu modo de ver, sentir, pensar e fazer arte. (Proposta Curricular 2009, Secretaria da Educação SP, Caderno do Professor)"
Inclusive, mais abaixo ele dá uma dica muito interessante de criar um mapa mental (um diagrama) fazendo uma análise de si mesmo, aquela coisa do autoconhecimento, para depois descrever dentro desse diagrama as nossas preferências, nossos gostos. E isso me remeteu de volta ao conselho da Lili! Acho que tem tudo a ver, e fiquei morrendo de vontade de fazer isso, para tentar descobrir com quais conceitos devo me ater, embora eu já faça ideia de algumas coisas. Então, vou deixar para mostrar para vocês esse mapa outra hora, quando eu conseguir finalizá-lo, pois acredito que vá levar algum tempinho...

Enfim, obrigada aos que tiveram saco para ler até aqui! T__T

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Desenho colorido à lápis de cor



Olá!

Faz um tempinho que não posto nada meu, mas quem me acompanha pelo instagram sabe que estou sempre produzindo alguma coisa (salvo quando me dá os bloqueios da vida).

Mas ontem eu estava babando em cima do trabalho divoso da diva Camille Pfister (o instagram dela é esse) que trabalha puramente com lápis de cor e canetinhas. ♥ Aí, bateu a vontade de voltar ao básico e tentar algo com os meus humildes lápis, e fiz esses dois desenhos.







Claro que a minha intenção não era fazer algo tão majestoso quanto o trabalho da Camille, mas apenas exercitar. Aí, olho de novo as ilustras delas e me dou conta de que preciso de um papel melhor para isso, pois usei um sketchbook da canson, com um papel bem poroso (sem falar que preciso de uma caixa de uma caixa de lápis mais macios)... E analisando o trabalho dela, me parece que ela usa um papel mais liso e macio.

Pesquisando pelo google sobre papéis mais adequados para lápis de cor, encontrei esse post das Gêmeas mais fofas da blogosfera ♥ (o blog delas é ótimo mesmo!) com dicas maravilhosas sobre o assunto. Inclusive, achei muito interessante a dica sobre o ferro de passar! :D Deem uma bisbilhotada lá, que vale à pena. ;)

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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Indicação: 5 ilustradores no instagram

Olá!

Eu curto muito esse tipo de post, porque sempre descobrimos artistas novos e, muitas vezes, artistas que têm algo a ver com o nosso trabalho, artistas que podem nos servir de inspiração, de uma forma ou de outra. Por isso, resolvi trazer mais alguns artistas incríveis que sigo lá no instagram pra vocês conhecerem. :) E trouxe artistas de estilos e técnicas bem variados.


Mattforsythe



Encontrei o Matt por acaso, através de indicações de outros blogs, e fiquei apaixonada pelo trabalho dele. Ele ilustra livros infantis. Me parece que ele trabalha mais com lápis de cor e pastel oleoso, não tenho certeza, mas ele também trabalha muito bem com o digital. De qualquer forma, é uma ótima fonte de inspiração! <3

Miznawada



Não sei muito sobre ela. A encontrei por acaso no próprio instagram. Só sei que me apaixonei pelo estilo meio "dark" dela. E, inclusive ando pensando em trabalhar mais apenas com o nanquim preto por causa dela! <3 Ainda vou fazer mais alguns testes.

Camilla Derrico



A Camilla já sigo há um bom tempo. Antes, a seguia pelo deviantart. Sou apaixonada pelo estilo dela, que emite certa doçura e inocência em suas personagens, ao mesmo tempo que me passa certa agonia ao inserir elementos mais grotescos (nessas imagens não mostram muito disso). Ela trabalha com bastante figura animal também, entre outros. Gosto muito dos tons pastéis dela também.

Helen_dardik



A Helen conheci pelo instagram mesmo. Também já faz um bom tempo que a sigo. Ela trabalha muito com a questão floral, como podem ver. Trabalha com muitas cores, e cores vivas! Gosto muito mesmo do trabalho dela. E acho que ela mistura bem aquarela com canetinhas... E ela tem esse estilo bem marcante e único, eu acho. E acho, também, que ela já fez um daqueles livros pra colorir, se não me engano... Bom, para quem quer inspirações em flores mais estilizadas, tá aí uma boa dica. ;)

Kazel



Sobre ela, não tenho muita informação. Comecei a segui-la há pouco tempo, mas foi amor à primeira vista. Acho que já comentei aqui que tenho uma queda pelo estilo mais realista, né?! E a forma com que ela consegue manipular a aquarela é tão incrível quanto os outros artistas que já mostrei antes por aqui...

Bom, e é isso, espero que tenham gostado de, pelo menos, um deles! :}

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Projeto novo: 6 on 6 - ilustrações



Olá!
Vou começar este post com a participação especial da minha filhota, Saori, de 3 meses. ♥♥♥ 
a diabinha que quer morder tudo, até a câmera!

Bom, no post de hoje vou comentar um pouquinho sobre o novo projeto na qual fui convidada pela Thaty ♥  a participar (e agradeço à Liv por me deixar participar!). Trata-se, então, do projeto 6 on 6 que vocês já devem estar carecas de ouvir falar...

Mas para os que não sabem, ele consiste em postagens de 6 fotos todo o dia 6. Mas como todas nós curtimos muito ilustrar, resolvemos (na verdade, a ideia é da Liv) adaptá-la para ilustrações. Então, a partir de fevereiro, todo dia 6, seis lindas ilustradoras apresentarão seis lindas ilustras feitas para o projeto. ♥ E elas são:

                 Thaty Mendonça | Liv Muramoto | Nathaly Cavalcanti | Jamile | Akira Yano

Como a ideia saiu meio em cima da hora, resolvemos que o primeiro post do projeto seria apenas uma apresentaçãozinha rápida sobre a ideia, com algumas fotinhos (se possível), porque não conseguiríamos tempo para elaborar as 6 ilustras para mostrar já neste dia 6. Então, aqui, mostro a vocês o meu humilde cantinho, de onde todas as ilustras sairão, junto com os materiais que usarei. :)








Como podem ver, aqui estão a minha mesa, meus godês (junto com a toalhinha já bem sujinha), meus cadernos de riscos e rabiscos :D, os pincéis que mais uso (junto com aquela esponjinha que usei um tempo atrás, mas quero ver se volto a usá-la porque é legal), minhas caixinhas de aquarela e pastel oleoso (que tenho estudado como usá-los) e, por fim, minhas canetinhas. :)

E é isso, estou louca pra ver o que vai sair disso. :) Gostaram? 
Não deixem de acompanhar o trabalhos das outras 5 lindas também, pois são todas muito top! 

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Proteja a sua carreira, com Stephen Silver

Olá!
Eu estava ouvindo música no youtube quando me deparei com esse vídeo super provocativo e direto do ilustrador londrino Stephen Silver. Nele, o cara praticamente dá uma bronca em nós sobre recusar pedidos de ilustração gratuitas em troca de "exposição". Adorei o tom dele! Resolvi trazer para cá por que acho que vale à pena dar uma olhada, reforçando o que eu já havia dito neste post aqui! E isso serve não só para quem ilustra, como para qualquer um.

Ah, o vídeo tem legenda em português, então, é só clicar no play e conferir! ;)



No blog dele, há mais alguns vídeos interessantes, mas resolvi trazer mais este aqui (abaixo), porque ele dá dicas valiosas de como obter sucesso. E apesar de serem coisas que parecem óbvias, ou que já estamos carecas de saber, acredito, sim, que de vez em quando precisamos ser lembrados disso, porque é muito fácil de nos esquecemos. :/

E uma das coisas que ele mencionou nesse segundo vídeo, que chamou minha atenção, foi sobre como não nos perdermos no meio do caminho — o que é muito fácil de acontecer. Segundo o Stephen, devemos constantemente nos lembrarmos dos nossos próprios objetivos, porque é muito fácil de nos perdermos (e pensar em mudar o nosso foco) em meio ao turbilhão de informações que recebemos todos os dias. E por informações, me refiro aos nossos problemas, nossas decepções, as dificuldades que encontramos para alcançar o que queremos... Quantas vezes, eu, pelo menos, já não pensei em largar tudo e sair vendendo o corpo miçanga, porque algo não deu certo? Mas, né, obstáculos há por todas as partes, e não podemos nos deixar levar pela tristeza de não ter conseguido que algo desse certo! #pensamentopositivo

Por isso, ele sugere deixarmos bilhetes nos lembrando constantemente do que queremos como uma forma de nos incentivar e até mesmo melhorar nossa determinação (que é o primeiro item que ele cita). Aliás, acredito que uma coisa leva à outra: a determinação, os bilhetes para nos lembrarmos do que queremos, a exploração de nossas capacidades e possibilidades, atitude perante a tudo isso e motivação! Motivação, sempre. :)

Infelizmente, este vídeo não tem legenda, mas para quem manjar um pouquinho que seja de inglês, acho que vale à pena.



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sábado, 2 de janeiro de 2016

Calendário de Janeiro



Olá!
O meu primeiro post do ano, então, será dedicado à apresentação do novo calendário de 2016 pra vocês. :)

Bom, desta vez, resolvi mudar um pouco o layout dele, e a produção das ilustrações. Como estou querendo muito desenvolver mais minhas habilidades na aquarela, resolvi que neste ano todas as ilustrações serão aquareladas. :) Além o do layout mais "limpo", também optei por trabalhar com um tema: as frutas. À princípio, não havia nenhum motivo particular relacionado a essa mudança, mas depois pensando mais a respeito, percebi que ilustrar frutas em aquarela poderia ser bem desafiador... E para não ficar só nas frutas mais comuns, e fáceis, decidi que a escolha da fruta irá depender da primeira letra do mês. Por exemplo, como no caso aqui, Janeiro, jaca; depois Fevereiro, figo, e assim por diante! :D

Não sei o que acho dessa Jaca. Não foi fácil, fiz vários esboços no papel (tive que pegar uma referência pra isso), até que resolvi partir logo pra tinta. A parte mais desafiante foi o caroço do centro que, na foto, é bem esbranquiçado. Mas não quis deixar branco por que ficaria um buraco vazio estranho, então, resolvi resolver (!) isso com um tom de amarelo mais claro (o Naples Yellow da Pentel). Até tentei pescar referencias no google de Jacas aquareladas, para me ajudar, mas não encontrei T_T outro problema que percebi é que, como o tempo aqui em Porto Alegre está bem seco, a tinta está secando muito rápido para a técnica úmido sobre seco! ):

E para a menininha, resolvi usar cores referentes à própria fruta (o verde, amarelo e marrom).
Bom, o resultado é esse, espero que gostem! :3


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Maira Gall