quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Por que não participo de concursos


Um dia, entre 2006 e 2010, quando eu cursava design gráfico na faculdade, cheguei para um dos meus professores e disse:

— Professor, me inscrevi para um concurso em que pedem para desenvolvermos uma identidade visual para a empresa X. O autor da identidade escolhida ganha Y reais.
— E os demais participantes? — ele me perguntou.
— Não ganham nada, ué. — respondi.

Olha, aquele homem me olhou com uma cara que não sei nem descrever! Sério. Dai perguntei o que ele tinha contra, e eis que sua explicação me deixou pensativa, até que concordei com ele. E desde então não caí mais na cilada de participar de concursos. Afinal, todos nós estamos sujeitos a ciladas na vida. E por isso resolvi escrever este post. Por isso, e porque a Liliana linda ♥ me iluminou sobre a ideia. ;)

Bom, o motivo pelo qual não participo de concursos (e não participei daquele!), e que me foi explicado pelo professor, é bem simples. Simplesmente por que não é justo que de tantas pessoas que se esforçaram, gastaram materiais e tempo elaborando o seu trabalho, colocando em prática todo o seu conhecimento adquirido com tanto esforço, apenas uma receba um prêmio. Sem falar que, em muitos casos, a empresa que promove o concurso se torna detentora de todas as imagens podendo, até mesmo, utilizar as não escolhidas na ocasião para um futuro trabalho, sem gratificar ou notificar a pessoa que a fez. Claro que nem todos fazem isso, mas que garantia temos de que nosso trabalho não será utilizado por eles depois?

Há concursos mais justos em que eles premiam todos os participantes com quantias simbólicas para incentivar a produção. Nesses casos, sim, eu participaria. É justo que todos recebam algo pela participação e doação do seu trabalho e conhecimento para o uso comercial do seu trabalho. Afinal, eles vão lucrar, sim, em cima do seu trabalho — de uma forma ou de outra! Então, melhor que você receba por isso. Mas, infelizmente, esses concursos são raros, tão raros!, que não encontrei nenhum no google para exemplificar aqui, mas lembro de já ter visto, sim, muito tempo atrás. Se não me engano, era algum concurso patrocinado pela Petrobrás, mas não tenho certeza agora.... Mas enfim, é por isso que sou contra concursos. :/ E acho que essa lógica vale para qualquer área...

Vale lembrar também que a questão da visibilidade nem é tão gratificante também, porque os trabalhos serão vistos apenas pela empresa em questão e pelos demais participantes, quando são expostos. Dificilmente um possível cliente irá ver. Mais vale você criar projetos pessoais e expor no seu portfólio, do que se submeter a esses concursos só para dizer que participou dele. ;) Não concordam?

Editado em 30/10/2015:

Enfim, não sei se fui clara, mas o meu objetivo aqui não era condenar ninguém que tenha participado de concursos. Apenas quis deixar exposto aqui um ponto de vista a respeito deles, pois sei que muita gente acaba se submetendo a esses concursos sem conhecer todos os riscos que corre ao participar deles. Meu intuito é apenas alertar e fazê-los refletir a respeito. :)

Mas apesar dos pontos negativos que citei aqui, a própria Liliana depois comentou alguns pontos positivos que eu não tinha pensado ainda, e acho válido colocar aqui para refletirmos a respeito também. Como o fato de que esses concursos podem ser uma chance para pequenos escritórios ou freelancers menos conhecidos trabalharem em projetos grandes em que somente os grandes escritórios são pagos para fazer. Outro ponto positivo que podemos pensar a respeito, citado pela Liliana, é a questão da transparência no projeto; as pessoas sabem o que produziram, e vêem o que foi produzido pelo concorrente, e o julgamento se tonar mais democrático.

São pontos positivos que eu não tinha pensado a respeito ainda, e acho que vale investigar um pouco mais a fundo sobre isso, por que ainda me questiono a respeito do peso entre essas vantagens e as desvantagens. Pois como comentei aqui embaixo, ainda há a questão dos direitos autorais que acabam sendo infringidas em muitos casos também. E como todos sabemos, tanto os direitos autorias quanto a valorização do trabalho (que é algo pelo qual muita gente tanto luta para obter) são coisas que pesam bastante nessa balança, não é?

Um tio meu ainda comentou sobre um vídeo da Ted Forbes sobre fotografia que comenta mais ou menos essa mesma posição. E encontrei um (não sei se é o mesmo que ele citou) em que um fotógrafo fala sobre a questão de fazer trabalhos de graça (que no fim das contas, né, é o que muita gente acaba fazendo quando participa de um concurso desses). E nesse vídeo, o cara falou algo muito importante também que é a questão de como o cliente vai te ver depois que você faz um trabalho de graça para ele:


  1. Ou a empresa não leva o trabalho muito à sério ( o problema da valorização do ofício), por pedir a você que faça um trabalho de graça; 
  2. ele também pode não estar muito interessado na qualidade desse trabalho (e isso pode ser um tiro no seu pé, por que, no fim das contas, ele ele ainda perceber que você não fez um bom trabalho, e vai espalhar que você não faz um bom trabalho e prejudicar a sua imagem); 
  3. e assim, ele não vai te valorizar num trabalho futuro (por que na lógica de muitos, eles ainda pensam "se ele já fez um trabalho de graça para mim, por que não pode fazer outro?"); 
  4. em alguns casos pode também acontecer de você não fazer um trabalho muito bom, por que não está sendo pago, mas como você ainda possui o vínculo com o seu cliente como um provedor de serviço, ele pode exigir de você um bom trabalho (aqueles bem cara de pau mesmo). E, de novo, você dá aquele tiro no pé. :/


Uma sugestão que o cara dá é trabalhar em troca de algo. Isso é uma solução viável e mais justa. Você executa o trabalho que o cliente te pede, em troca de algo que ele possa te oferecer. No caso do vídeo, o cara é fotógrafo e sugere fazer fotografias em troca de um logo, ou um layout para o seu portfólio (para o caso de quando o cliente for um designer)...

Enfim, o vídeo é esse, o problema é que ele está todo em inglês e não tem legendas. :/ Mas para quem manja de inglês, fica a dica. ;) O vídeo é curto, tem quase 8 minutos.




Se alguém tiver mais algum ponto positivo a comentar, sinta-se livre! ;)

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Inktober dos dias 19 ao 25



E mais uma semana de Inktober se passou. Só faltam mais 6 dias (ainda não fiz o de hoje) para acabar o/ e, sinceramente, to louca para que isso acabe logo mesmo. Que sufoco, viu?! Mas apesar de tudo, acho que valeu a experiência de ter que se obrigar a pensar e elaborar uma ilustração por dia.

No último dia, como já comentei antes, vou gravar um vídeo mostrando cada um deles, entre outros que ficaram no meu sketchbook, fazendo alguns comentários sobre o que percebi nesse projeto, entre outras coisas, então, aguardem. :)



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Por que vejo Gintama?




Olá!
Já faz um bom tempo desde a última vez em que escrevi sobre animes/mangás, e como isso continua sendo uma das coisas que mais gosto de fazer, resolvi meter a mão na massa mais uma vez.

Sinopse: Sakata Gintoki é um preguiçoso samurai que vive em uma era em que a Terra foi dominada por alienígenas, fazendo com que os samurais sejam inúteis. Junto com Shimura Shinpachi, um garoto que almeja ser um samurai, e Kagura, membro do clã mais poderoso do universo, fazem de tudo por dinheiro, entram em grandes encrencas, aceitam qualquer trabalho para fazer do mundo melhor... e para pagar o aluguel.

Na verdade, eu resisti muito a assistir esse anime, embora visse o fandom dele só aumentar pela internet. Fanarts e fanfictions dele é o que não faltam. Mas numa noite dessas, resolvi dar uma chance a ele. Então, agora não paro de assistir Gintama (que literalmente significa "alma de prata" (isso é explicado nos primeiros episódios)). Todas as noites, depois que o namorado dorme (ele quase sempre cai no sono antes de mim), ligo a tv (pelo Crunchyroll) e assisto uns 3 ou 4 episódios, ou até eu não aguentar mais e dormir também, pois Gintama é diferente de tudo o que já tinha visto até então!

Mas antes de entrar em detalhes, vou confessar que assisti aos primeiros episódios sem me impressionar muito, apesar de ter gostado da premissa: um samurai preguiçoso com problemas de glicose, um menino de 15 anos, estressadinho, que sonha em restaurar o dojo do pai falecido e se tornar um samurai, e uma menina de "boca suja" e gulosa que veio de outro planeta, e é superforte. Mas como para mim já é quase uma obrigação assistir, no mínimo, cinco episódios antes de julgar um anime, segui assistindo. E ainda bem que sigo isso (fikadika), pois não me arrependo! Dei altas gargalhadas, chegando a acordar o namorado no meio da noite! tadinho 

Antes de se aventurar na série, é preciso saber que Gintama é um anime de gênero comédia, paródia, ficção, drama, ação, artes marciais e Shonen/adulto. Também é importante saber que a comédia é basicamente daquelas bem escrachadas, do tipo nonsense (sem noção) mesmo, e com alguns episódios bem nojentinhos (com vômitos e excrementos que são sempre censurados com os quadradinhos de pixel, sabe?). Mas digo prefiro esse tipo de comédia do que aquelas em que personagens debocham dos problemas dos outros (como esses dias me mostraram um vídeo sobre um grupo de comédia daqui do Brasil que era para ser cômico, mas não achei a menor graça por que o cara debochava de pessoas com problemas mentais e físicos)!

Mas vamos lá! Os episódios, praticamente, não seguem uma linha de continuação, cada um possui uma história diferente, tendo alguns arcos durante as temporadas de 4, 5 ou 6 episódios (o que é um enorme ponto positivo pra série, pois tenho pavor daqueles intermináveis fillers-filhos-da-mãe que muita série shonen com várias temporadas têm! ¬¬). Mas apesar de toda a baboseira nonsense que há nos episódios, o ponto forte desta série, no meu ponto de vista, é o fato de que todas as mulheres que aparecem na série são retratadas como pessoas fortes. Não são aquelas donzelas que precisam ser resgatadas, ou aquelas que ficam se lamentando pelos cantos, ou ainda daquelas bobinhas que ficam sonhando com o amor. Não! Desde o primeiro episódio da primeira temporada (já estou assistindo a quinta), não vi tal personagem aparecer. Nem nas secundárias! Todas elas são mulheres decididas, valentes, de personalidade forte, com a cabeça erguida e independentes, que não esperam por ninguém para ajudá-las! E mesmo as que pedem ajuda, em algum momento depois mostram sua força. E para uma série shonen (pois em filmes sei que já não é tão incomum), acho que é algo bem novo e revolucionário (mas me corrijam se eu estiver errada!).

Além disso, outro ponto positivo que consegui captar dessa série é que apesar da forte amizade que há entre os três (o Gin, o Shimpachi e a Kagura), os personagens não ficam vomitando aqueles discursos já bem gastos em animes/mangás sobre amizade. Aqui, eles prezam pelo esforço, pelo trabalho e pela moral e ética que cada um carrega dentro de si! E isso é que os une! ♥ Cada um deles levam suas vidas de acordo com o seu próprio ideal de moralidade, mesmo que isso signifique mendigar pelas ruas!

Também gosto muito da forma em que ele mostram os vilões que aparecem na série. Eles nunca são retratados como "criaturas puramente malígnas". No fim, sempre vemos que há um motivo por trás de todos as ações erradas que eles comentem. Eles humanizam esses personagens, mostrando o lado que a mída atual não mostra nos jornais. Eles explicam sempre por que o personagem chegou ao ponto em que chegou, e isso faz muita diferença no julgamento que criamos sobre eles. E isso é algo que eu sempre digo: não devemos julgar sem conhecer!

E nessa série vocês podem imaginar o que for, que tem ali! Monstro feioso e gigantesco que morre de amores por florzinhas, um policial maníaco por maionese (e põe maníaco nisso! chega a dar náusea!), uma faxineira robô, uma transexual, uma ninja sadomasoquista, ex policial de elite mendigo (carinhosamente apelidado de Bosta!), um gorila stalker, uma cortesã que só sabe cozinhar omelete torrado, um cachorro gigante que gosta de engolir cabeças, um samurai líder de uma facção apaixonado por gatinhos (um dos personagens mais nonsenses!), um policial sádico (mas de bom coração!) e até o mangáka aparece nuns episódios para dar o ar da graça! Juro que tive que morder o travesseiro várias vezes pra não acordar o namorado, de tanto que eu ria! xD

Além disso tudo, outro ponto que percebi (que não sei se é positivo ou não, pois teve vezes em que realmente me irritou) é que em alguns episódios os personagens parecem falar com o telespectador, numa tentativa de fazer graça com comentários a respeito da própria série, explicando como está o andamento dela, a popularidade da série, a venda do mangá, e sempre debochando de si mesmos. É bem verdade que cheguei a dar algumas risadas disso, mas em outras me pareceu apenas encheção de linguiça (o que na verdade foi, como eles mesmos comentam). Tem um episódio, agora não me lembro em qual temporada, em que eles ficam quase 15 minutos só nesse blablabla. O bom é que isso acontece apenas a cada um ou dois episódios em cada temporada. E alguns são bem engraçados mesmo.

E como comentei antes, a série também faz paródias de outras séries. Já apareceu Dragon Ball, Naruto, Akira, Cavaleiros do Zodíaco, Sket Dance, Golgo 13, One Piece, Bleach, até dos jogos mortais teve! E, gente, esse episódio foi muito hilário! xD

Como disse, estou na quinta temporada (no Crunchroll, a série está na sétima), e ainda não sei qual deles é o meu personagem favorito na série! O Shinpachi, coitado, sofre horrores. Ele é menos sem noção, apesar de que ele é capaz de fazer algumas coisas bem absurdas! A Kagura, confesso que não gostava dela no início, mas, depois, acho que não tem como não se apaixonar por ela e seus comentários ácidos! E o Gin, é o Gin, o samurai mais sem noção que já vi! xD Acho que só assistindo para entenderem o absurdo que é essa série! A começar pelos títulos de cada episódio! E tem alguns episódios, até, que eu diria que são sobre nada. É. Tipo, sabem aquele seriado Seinfeld (o slogan deles é "uma série sobre nada")? É o que eles fazem em vários episódios.

Enfim, recomendo para quem não tem problemas com algumas piadas com dejetos, órgãos sexuais e coisas do gênero (claro que eles não passam o tempo inteiro, toda a série nisso), e curte ação. Essa série é risada e entretenimento garantidos! Até por que, né, um pouco de bobagem na vida, às vezes, é bom. :)


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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O que é e o que não é dom: será que ele existe mesmo?



Olá!
Terminado a apresentação do projeto de pesquisa, agora rumo ao final de mais um semestre, e então férias! o/ 

Aproveitando o tempinho de folguinha, resolvi escrever um post sobre um assunto que andou me incomodando um pouco esses dias... Acho que não é nada raro para quem desenha ouvir de alguém a seguinte declaração: "eu queria ter esse dom"!

Esses dias, uma amiga me disse isso e tive que lhe dar um pára-te-quieto! "Criatura, não é dom porcaria nenhuma! É prática mesmo. É só sentar a bunda e desenhar!".

Mas o que mais de deixou "encucada" com isso foi ver que, ainda por cima, há ilustradores por aí que acreditam nisso, que desenhar seja um dom! D:

Então, com a pulga atrás da orelha, resolvi buscar mais referências sobre o que é e o que não é dom pela internet da vida, e eis que, para a minha grande decepção, a maioria dos sites dizem que: (vejam só que interessante!) 
"O dom, é uma capacidade especial inata. Na prática, um dom é um potencial para desempenhar com alguma facilidade determinadas tarefas que são complexas para a maioria das pessoas. Este é o fato de certas crianças desenharem bem, outras tocarem um instrumento musical com desenvoltura ou aprender números ou trabalhos manuais." - Canal do empreendedor

Pera, pára!

Inato, de acordo com o dicionário do Michaelis é tudo aquilo"que nasceu com o indivíduo; é congênito, ingênito, inerente." Depois a criatura me diz que dom é "um potencial para desempenhar com alguma facilidade". Meu namorado consegue descascar batata com muito mais facilidade do que eu. Agora quer dizer que ele tem o dom para descascar batatas, é? ¬¬

Gente, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!

Agora pergunto aos colegas desenhistas e ilustradores, seguindo a lógica de que desenhar é inato, quem aqui nasceu sabendo desenhar do jeitinho que vocês desenham hoje??? Ou quem foi a criatura iluminada que nasceu sabendo como tocar uma guitarra, sem nunca ter precisado de aulas?

Mesmo que tenha aprendido de forma autodidata, isso demanda esforço, tempo, estudo e prática. Ou seja (cerveja), nada de inato aqui, ok?! Também não há nada de desempenho fácil aqui!

Dia desses (acho que já comentei isso com alguém por aqui) encontrei um artigo sobre um japinha de 10 anos que desenhava retratos de pessoas maravilhosamente bem. Dai fui ler a reportagem, e eis a explicação: os pais dele exigiam que ele desenhasse, desde os 6 anos, entre 5 a 10 retratos por dia! Não vou comentar sobre o absurdo que é impor a uma criança uma tarefa dessas como se fosse um dever, mas fica aí mais um exemplo de esforço e prática.

Então, fiquei pensando o que diabos poderia ser considerado dom mesmo...sendo o dom  um dote natural, sinônimo de talento (que, segundo o dicionário, é uma disposição natural para desempenhar coisas — praticamente o mesmo que o dom). Pois posso saber cantar, mas não ter o talento para isso — por exemplo, minha mãe mesmo que canta sem desafinar, mas não tem talento algum para isso!. Aliás, o interessante sobre o canto é que embora algumas pessoas cantem bem sem nunca ter praticado nada, eu também não diria que isso é um dom, pois há uma explicação cientifica muito simples por trás dessa façanha. Algumas pessoas simplesmente nascem com mais capacidade auditiva (pois a voz depende da audição, vide os surdos-mudos — que na verdade não são mudos!). Sem falar que qualquer um pode aprender a cantar (com muito esforço e prática). :) E como comentei antes, saber cantar, não necessariamente implica em ter talento para cantar. Assim como saber lecionar, não necessariamente implica ter talento para ensinar (quantos professores já vimos que, embora eles tenham um grande conhecimento em sua área, não conseguem transmitir seus conhecimentos?). Acredito que seja a mesma lógica.

Enfim, vi alguns sites dizer que falar com desenvoltura em público pode ser um dom (mas isso também pode ser praticado e aprendido). É bem verdade que algumas pessoas já fazem isso naturalmente, sem nunca ter treinado para isso, mas acho que isso é algo característico das pessoas extrovertidas. Aí, dizer que a pessoa nasceu com o dom para ser extrovertido, me soa bem estranho. Sei lá... O que acham? Será que existe mesmo esse tal de dom?


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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Inktober do dia 11 ao 18

E mais uma semana se passou.
Peço desculpa pela ausência essa semana, mas andei bastante ocupada (e estressada, diga-se de passagem, mas porque sou uma pessoa estressada mesmo T__T, não que eu estivesse com problemas) com o projeto de pesquisa — que vou apresentar nesta terça (dia 20) na semana acadêmica da faculdade o/  Então, passando disso, estarei mais livre e aliviada para elaborar mais posts aqui. Até já estou com uma listinhas de itens de coisa sobre as quais quero comentar aqui. :)

Enfim, aqui está o compilado de ilustrações que fiz essa última semana. Curti muito a do dia 11,13,16 e 18. As outras, nem tanto. Não saíram bem como eu tinha imaginado. Mas já estou planejando também  gravar um videozinho (vocês vão ouvir minha vozinha chata T__T) falando sobre scketchbook que usei e os desenhos. E além destes que estou postando, vou mostrar alguns outros que fiz nele.













E vocês podem ver as minhas ilustrações da primeira semana clicando aqui.

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Inktober2015 do dia 01 ao 10



Para quem não está me acompanhando pelo instagram, aqui está um compilado do que tenho produzido até agora...

Tenho me divertido bastante com o Inktober, pois to conseguindo aprender algumas coisas sobre o meu próprio traço, e alguns materiais. Dentre eles, a frustrante experiência que tive com a purpurina. T_T Eu estava bem empolgada em fazer algo com ela, mas depois do fracasso do terceiro dia, como podem ver, me desestimulei um pouco. Além da sujeirada que fiz no quarto (ainda tenho purpurina espalhada por aqui!!! Inclusive o notebook está purpurinado - só não me perguntem como!D:), como comentei lá, acabou a minha cola e ficou essa caca aí. O que foi uma pena, porque curti bastante a bonequinha em si. ): Mas fica a lição básica e óbvia: verificar a quantia de cola antes!¬¬

Eu já comprei um tubo novo de cola, mas não tentei cobrir os pontos falhados ainda, com medo de fazer ainda mais caca.... e preciso descobrir algum fixador para essa purpurina, pois estou desconfiando de que logo ela vai começar a se soltar toda. :S



Como comentei também, estou pela primeira vez (SIM) colorindo meus desenhos com canetinhas. Sempre fui mais de usar os lápis de cor, ou a aquarela...então, esse inktober está me ajudando a me soltar um pouco mais para novos materiais e experimentar algumas coisas no meu próprio traço. Como no cabelo e os olhos...



Mas vou confessar que não tem sido muito fácil manter as ilustrações diárias...Como comentei com a Lidy, tem dias que tenho meio que "trapaceado" (já que a ideia era fazer a ilustração no dia), fazendo o desenho um dia antes, por conta da falta do tempo, e com medo de não conseguir postar nada no dia... Mas tenho colorido, sim, no dia. Chego da facul à noite e vou correndo colorir. Por isso a maioria dos desenhos têm sido postados depois das 23 horas :/

Enfim, o material que tenho usado é:

♥ o nanquim preto da Unipin,
♥ nanquim colorido da Stabilo,
♥ canetinhas da Maped da linha Color's Pep,
♥ marcadores coloridos da Bic,
♥ caneta gel da Tris,
♥ e as canetinhas da Posca (apaixonada pela a amarela *_*).
♥ tinta guache (na primeira ilustração)

E é isso... Fico aberta à sugestões e criticas. :}

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Meus últimos rascunhos



Olá!
Sinto que ando postando pouca coisa que tenho produzido e, bem, a verdade é que tenho mesmo produzido pouco (pelo menos, com relação ao que eu costumava produzir), por conta da faculdade, projeto (acadêmico e pessoal), trabalho, casa... Mas tenho feito bastante rabiscos, estudos e ideias aleatórias nas poucas horas vagas que consigo. Então, resolvi fazer um pequeno apanhado desses rascunhos para mostrar aqui a vocês.




Preferi postar os desenhos desta forma, um do lado do outro, ao invés de tê-los em imagens individuais, pois, assim, me dá uma visão mais geral deles, como um todo.

Como podem ver, tenho muita dificuldade em me desprender das linhas. Não consigo fazer um traço solto, mais livre. Sempre estou corrigindo meus "erros". Também estou tentando dar mais leveza e movimento aos meus personagens, pois percebi que eles estão muito "engessados". Mas a bem da verdade é que é bem difícil também conseguir se desprender da pose padrão (de frente ou de ladinho), posando com os braços duros e a coluna ereta (algo totalmente não natural u.u). Enfim, tenho consciência de que é um processo lento. Pelo menos, até certo ponto, né... T_T

E só para esclarecer, aquele desenho com a anotação foi um estudo dos olhos que resolvi fazer "copiando" o estilo da Ana Bagayan. Eu tinha me deparado novamente com um desenho que gosto muito dela, e parei para reparar no modo como ela desenha os olhos, e fiquei encantada (como sempre fico com as ilustrações meio alienígenas dela). E os olhos das minhas personagens é uma coisa que mudo bastante. Talvez vocês não reparem porque são mudanças sutís mesmo. Um tracinho aqui, um cílio a mais ali...ou então mudo o próprio globo ocular mesmo... Mas, enfim, tá aí a referência! ♥


E aqui alguns estudos de pés e mãos. Ainda há muito o que aprimorar, mas só de ver que já estão bem definidos (no sentido de que dá para reconhecer que são pés e mãos) já fico bem contente! haha ♥

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Calendário de Outubro




Tcharam! xD
Desta vez, consegui vir à tempo! Eis a ilustração do calendário do mês de Outubro, espero que gostem. :) Lembrando que, já-já, postarei meu desenho do Inktober no facebook e instagram! o/

Para baixarem o calendário, basta clicar nos links abaixo. :)




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