Anime: Diabolik Lovers







Título em Japonês: ディアボリックラヴァーズ
Episódios: 12.
Produtor: Production I.G, Frontier Works, Idea Factory, Zexcs, Sentai Filmworks, Showgate.
Gênero: Shoujo, Bishounen, Harem, Ecchi, Vampiros, Romance, Supernatural, Drama.

Sinopse: Em seu segundo ano do colegial, com a mudança de seu pai para fora do país, a otimista Komori Yui é enviada para uma nova cidade cuja escola em que entra é uma escola noturna para artistas e celebridades. Lá, ela ouve boatos sobre vampiros fazerem parte do corpo estudantil, até que descobre que irá morar com 6 deles, os sádicos irmãos vampiros Sakamaki. Perturbada pela capacidade de ver espíritos e presenciar manifestações de poltergeist, Yui ainda terá de suportar os abusos físicos e psicológicos dos sádicos irmãos Sakamaki enquanto desvenda mistérios tanto sobre seu passado como o deles.

De acordo com o Wikipedia, Diabolik Lovers é um visual novel (gênero de jogos bastante comum no Japão, com gráficos estáticos em que os jogadores interage a partir de textos) da Rejet. Foi lançado em 11 de Outubro de 2012 para PSP.

Diabolik Lovers está classificada como um otome game (jogos direcionados ao público feminino, cujo objetivo é estabelecer um romance com a personagem feminina entre um dos vários personagens masculinos apresentados na trama). Em Diabolik Lovers, cada personagem "jogável" é dividido em três seções: Dark, Maniac e Ecstasy. Cada um possui seu próprio prologo, dez subseções, e um epílogo com três finais possíveis para cada personagem.

Bom, essas informações são importantes para poder entender o por que de algumas coisas que acontecem no anime (no caso dos que não jogam este tipo de jogo). O anime possui 12 episódios, de pouco mais de 14 minutos. São curtinhos, consegui ver todo ele em dois dias. E só com o primeiro episódio, já se percebe que se trata de uma adaptação de um otome game. Assim, como o Amnésia, logo de cara temos um monte de personagens masculinos, e apenas uma feminina como centro das atenções.

Particularmente, não sou fã deste gênero justamente por causa das personagens femininas, que seguem um padrão. São todas moscas mortas, sem atitude alguma, submissas demais, que sempre fazem carinha de coitadinha, faz ai-ui, reclamam dos meninos, mas (sem fazer sentido algum) ainda correm atrás deles! Não sei como funciona nos jogos, por que nunca encontrei um deles traduzido para o português, ou mesmo inglês, mas nas adaptações, para mim, não funcionam. São tão mal explicados, mal elaborados, tão sem sentido que, quando não dá raiva, dá vontade de rir de tão ridículo. A impressão que eu tenho é que querem enfiar goela abaixo que a menina, que sofre nas mãos dos personagens masculinos, deve escolher um deles e pronto!

Fiquei sabendo desse anime por indicação da Miris, que comentou num outro post do blog, e tinha me alertado que não se tratava de um grande anime. :) Mas pelo titulo, eu confesso que esperei mais dele, sim. Achei que fosse mais sádico (como na própria música de abertura diz) e mais sanguinário, mas realmente não é tudo isso. Já vi coisas mais fortes. Mas continuei assistindo, por que gosto da temática de vampiros, e os gráficos são muito bonitos. Os character design das personagens são bons, e a história, em si, achei bem interessante também (embora tenha sido pouco desenvolvida). São seis irmãos, todos por parte de pai, com três mães diferentes, morando numa mansão. E cada um deles, possui uma personalidade diferente, bem distinta. No início, comecei a torcer pelo Ayato, mas depois fiquei entre o Shuu (a mania dele de ficar com um olho aberto e o outro fechado me lembra muito do Lambo, do Katekyo Hitman Reborn!!!) e o Subaru. E no final, quando me dei conta, já estava torcendo pelo Ayato de novo, por que foi o que desenvolveu um laço afetivo um pouco mais (muito pouco, na minha opinião) substancial por ela, realmente. O Laito e o Kanato só merecem bofetadas na cara, principalmente o Laito, que desde o inicio chama ela de vadia (traduziram no anime por outro termo nada a ver, mas quem tem um pouco de conhecimento sobre o inglês, consegue identificar o "bitch-chan")! É muito machismo pro meu gosto, e que ela ainda aceita com aquela carinha sonsa. Argh!

Sei que eles são vampiros e, ela, como humana, deveria temê-los, mas no lugar dela, eu ainda tentaria fugir ou atacar eles! Acho que é o que todo mundo faria. E o que eu mais não entendo é como ela ainda ia atrás deles, preocupada, como aconteceu na cena em que o Kanato estava sentado numa marquise, no segundo andar, e ela, muito atenciosa, pede para ele descer, caso contrário poderia cair e se machucar! Ora, que deixasse o vampiro filho da puta, mimado, morrer!!! Ainda mais ele sendo o personagem que mais precisa de tratamento psicológico! Na verdade, todos eles merecem bofetadas na cara, inclusive ela! É ou não é de fazer rir, um negócio desses???

Enfim, acho que isso é tudo o que tenho a dizer sobre o anime. As cenas de luta são muito fracas, com pouca ação, e não sei se isso é decorrente do pouco investimento na adaptação. Geralmente, quando adaptam um jogo para anime, é mais a nível de divulgação do jogo mesmo, como acredito que tenha sido esse caso. A história é mal explicada, mas o suficiente para dar o gostinho de quero mais, para quem pode ir atrás do jogo — que acredito ser muito melhor. Recomendo para quem não tem mais nada melhor para ver, com a temática vampiresca (assistam Hellsing, Blood Plus e Vampire Hunter D!!!!). Ainda quero ver o Starry Sky, outro anime baseado em otome game, por causa dos traços (cheio de personagens masculinos lindos).

Comentários

Postagens mais visitadas