domingo, 30 de março de 2014



sábado, 29 de março de 2014

Agradecendo à mana pela dica! ♥

Inspirada no trabalho de Michael Paulus ♥ (que desenha mil vezes melhor do que eu T_T)!


quarta-feira, 26 de março de 2014

Anime: Super Seisyun Brothers





Título em Japonês: ―超青春姉弟s―



Episódios: 14.

Produtor: AIC, AIC Plus+.

Gênero: Comédia, Slice of Life, Josei.


Sinopse: A história envolve dois pares de irmã mais velha e irmão mais novo, os Shinmoto que são um pouco narcisistas e os Saitou que parecem misteriosos, contanto o dia a dia interessante destes jovens na escola e em casa, e seus estranhos relacionamentos.


Eu tenho preferência por animes do gênero "slice of life", por que são mais próximos a nossa realidade, sem deixar a fantasia de lado. E SSB ainda traz um pouco que comédia. E só por isso resolvi assistir ele... E, sinceramente, ainda não sei muito o que dizer a respeito de 14 episódios com apenas 4 minutos de duração... Mas vamos lá.


A série em manga foi escrita e ilustrada por Shin Shinmoto. A adaptação em anime foi ao ar na TV Tokyo entre Setembro e Dezembro de 2013, de acordo com o Wikipedia.


Os irmãos Shinmoto (os loiros, e sim, é o mesmo sobrenome da autora) são energéticos, despreocupados, e um tanto metidos. Eles preferem a beleza a um bom relacionamento, mas o que eles realmente gostam é realmente de si mesmos, como mostra uma cena logo no primeiro episódio em que a menina diz: "Onde posso achar alguém quanto bonito quanto eu?" Na verdade, o lema deles seria curtir a vida ao máximo, sem preocupações.


Em contrapartida, os irmãos são meio estranhos, e tão quietos quanto suas expressões sugerem. E ao que vemos ao longo dos episódios, são eles quem sempre visitam os irmãos Shinmoto quando estão entediados. No entanto, ao mesmo tempo em que são quietos, são populares por serem mais bonitos, chamando a atenção de todos por onde quer que passem (apesar de que, todos eles parecem muito bonitos para mim).









Entre pequenas conversas entre si, eles expõem seus problemas e sonhos, pequenas coisas do cotidiano pelo qual todo mundo passa, de um modo bem descontraído. Enfim, acho que Super Seisyun Brothers é prova de que não é preciso de 20 minutos por episódios para assistir a um anime agradável. Estes episódios de 4 minutos são bacanas, gostosos de assistir, simples e fluidos. Acho que o anime é bastante substancial considerando a duração de cada episódio. Não há mesmo muito a dizer sobre o anime, além de que o traço é lindo, as cores em tons de pastel também são agradáveis, e o cenário em que eles se apresentam parecem se encaixar perfeitamente bem ao enredo (ora estão na escola, na faculdade, em casa, ou no trabalho), por que a história se foca na interação das personagens e seus relacionamentos, e pronto!







Na verdade, eu fiquei um tanto temerosa a começar a assistí-lo, por que 4 minutos por episódio é muito pouco para se desenvolver algo. Mas como eu já tinha me arriscado a outro anime (Yama no Susume) que também tinha mais ou menos a mesma duração por episódio, e havia gostado bastante, resolvi tentar.


Por curiosidade, pesquisei por que têm se produzido animes tão curtinhos, por que me parece ser uma tendência (cada vez, vejo mais animes nesse estilo sendo publicados na tv). Achei que fossem para divulgar alguma coisa, mas a explicação que encontrei, e me parece um tanto plausível, é de que eles são produzidos para que as pessoas assistam a caminho da escola, trabalho ou enquanto estão no trem... São animes para quem gosta e não têm tempo. Me parecem uma boa pedida também para quem quer aumentar o seu repertório de animes de maneira bem rápida... Então, deixo aqui mais uma sugestão minha para quem se interessar. ;)

terça-feira, 25 de março de 2014

Filme: Once





Sinopse: Dublin, Irlanda. Um músico de rua (Glen Hansard) sente-se inseguro para apresentar suas próprias canções. Um dia ele encontra uma jovem mãe (Markéta Inglová), que tenta ainda se encontrar na cidade. Logo eles se aproximam e, ao reconhecer o talento um do outro, começam a ajudar-se mutuamente para que seus sonhos se tornem realidade.


Pelas ruas de Dublin, um homem com o seu velho violão toca suas canções para ganhar uns trocados a mais, enquanto de dia ele trabalha na loja de aspiradores de pó do seu pai. A moça, uma imigrante Chechênia, tenta ganhar a vida vendendo flores. Um dia, por acaso, ela o encontra, e se encanta com o talento do rapaz. E, então, sem se darem conta, estão compondo canções juntos. Ele ainda tenta conquistá-la, mas aí vem as surpresas...


Não sei muito o que dizer sobre este filme, além de que eis aqui um filme musical diferente, como você nunca viu! Inclusive, ele tem sido considerado um dos melhores musicais que há no mercado. Esqueça aquela idéia de atores cantando e dançando embaixo da chuva, luzes glamourosas pra todos os lados. Once é diferente! Com aquele jeito de filme caseiro, a impressão que eu tinha enquanto o assistia era de estar vendo um vídeo clipe o tempo todo. Além das belas vozes dos atores, das músicas atuais, os cenários que alternavam entre uma bela paisagem com as ruas da cidade, o apartamento do cara, ou o estúdio de gravação, o filme flui com naturalidade. Once mostra como muitos artistas de rua começam, ou podem começar, com suas carreiras, sem os exageros de Hollywood que sempre fantasiam demais em seus musicais.


De acordo com o Wikipedia, Once é um filme musical irlandês de 2006 escrito e dirigido por John Carney. Rodado em Dublin, Irlanda, estrelado pelos músicos Glen Hansard (da popular banda de rock irlandesa "The Frames") e Markéta Irglová (compositora e instrumentista nascida na República Checa). Hansard e Irglová compuseram e executaram todas (exceto uma) as canções originais do filme.


Quem assina o Netflix, ainda pode assistí-lo lá! :)

Como cães reagem a truque de mágica




Não precisam nem ouvir o vídeo, apenas vejam! :3




domingo, 16 de março de 2014

Anime: Diabolik Lovers







Título em Japonês: ディアボリックラヴァーズ
Episódios: 12.
Produtor: Production I.G, Frontier Works, Idea Factory, Zexcs, Sentai Filmworks, Showgate.
Gênero: Shoujo, Bishounen, Harem, Ecchi, Vampiros, Romance, Supernatural, Drama.

Sinopse: Em seu segundo ano do colegial, com a mudança de seu pai para fora do país, a otimista Komori Yui é enviada para uma nova cidade cuja escola em que entra é uma escola noturna para artistas e celebridades. Lá, ela ouve boatos sobre vampiros fazerem parte do corpo estudantil, até que descobre que irá morar com 6 deles, os sádicos irmãos vampiros Sakamaki. Perturbada pela capacidade de ver espíritos e presenciar manifestações de poltergeist, Yui ainda terá de suportar os abusos físicos e psicológicos dos sádicos irmãos Sakamaki enquanto desvenda mistérios tanto sobre seu passado como o deles.

De acordo com o Wikipedia, Diabolik Lovers é um visual novel (gênero de jogos bastante comum no Japão, com gráficos estáticos em que os jogadores interage a partir de textos) da Rejet. Foi lançado em 11 de Outubro de 2012 para PSP.

Diabolik Lovers está classificada como um otome game (jogos direcionados ao público feminino, cujo objetivo é estabelecer um romance com a personagem feminina entre um dos vários personagens masculinos apresentados na trama). Em Diabolik Lovers, cada personagem "jogável" é dividido em três seções: Dark, Maniac e Ecstasy. Cada um possui seu próprio prologo, dez subseções, e um epílogo com três finais possíveis para cada personagem.

Bom, essas informações são importantes para poder entender o por que de algumas coisas que acontecem no anime (no caso dos que não jogam este tipo de jogo). O anime possui 12 episódios, de pouco mais de 14 minutos. São curtinhos, consegui ver todo ele em dois dias. E só com o primeiro episódio, já se percebe que se trata de uma adaptação de um otome game. Assim, como o Amnésia, logo de cara temos um monte de personagens masculinos, e apenas uma feminina como centro das atenções.

Particularmente, não sou fã deste gênero justamente por causa das personagens femininas, que seguem um padrão. São todas moscas mortas, sem atitude alguma, submissas demais, que sempre fazem carinha de coitadinha, faz ai-ui, reclamam dos meninos, mas (sem fazer sentido algum) ainda correm atrás deles! Não sei como funciona nos jogos, por que nunca encontrei um deles traduzido para o português, ou mesmo inglês, mas nas adaptações, para mim, não funcionam. São tão mal explicados, mal elaborados, tão sem sentido que, quando não dá raiva, dá vontade de rir de tão ridículo. A impressão que eu tenho é que querem enfiar goela abaixo que a menina, que sofre nas mãos dos personagens masculinos, deve escolher um deles e pronto!

Fiquei sabendo desse anime por indicação da Miris, que comentou num outro post do blog, e tinha me alertado que não se tratava de um grande anime. :) Mas pelo titulo, eu confesso que esperei mais dele, sim. Achei que fosse mais sádico (como na própria música de abertura diz) e mais sanguinário, mas realmente não é tudo isso. Já vi coisas mais fortes. Mas continuei assistindo, por que gosto da temática de vampiros, e os gráficos são muito bonitos. Os character design das personagens são bons, e a história, em si, achei bem interessante também (embora tenha sido pouco desenvolvida). São seis irmãos, todos por parte de pai, com três mães diferentes, morando numa mansão. E cada um deles, possui uma personalidade diferente, bem distinta. No início, comecei a torcer pelo Ayato, mas depois fiquei entre o Shuu (a mania dele de ficar com um olho aberto e o outro fechado me lembra muito do Lambo, do Katekyo Hitman Reborn!!!) e o Subaru. E no final, quando me dei conta, já estava torcendo pelo Ayato de novo, por que foi o que desenvolveu um laço afetivo um pouco mais (muito pouco, na minha opinião) substancial por ela, realmente. O Laito e o Kanato só merecem bofetadas na cara, principalmente o Laito, que desde o inicio chama ela de vadia (traduziram no anime por outro termo nada a ver, mas quem tem um pouco de conhecimento sobre o inglês, consegue identificar o "bitch-chan")! É muito machismo pro meu gosto, e que ela ainda aceita com aquela carinha sonsa. Argh!

Sei que eles são vampiros e, ela, como humana, deveria temê-los, mas no lugar dela, eu ainda tentaria fugir ou atacar eles! Acho que é o que todo mundo faria. E o que eu mais não entendo é como ela ainda ia atrás deles, preocupada, como aconteceu na cena em que o Kanato estava sentado numa marquise, no segundo andar, e ela, muito atenciosa, pede para ele descer, caso contrário poderia cair e se machucar! Ora, que deixasse o vampiro filho da puta, mimado, morrer!!! Ainda mais ele sendo o personagem que mais precisa de tratamento psicológico! Na verdade, todos eles merecem bofetadas na cara, inclusive ela! É ou não é de fazer rir, um negócio desses???

Enfim, acho que isso é tudo o que tenho a dizer sobre o anime. As cenas de luta são muito fracas, com pouca ação, e não sei se isso é decorrente do pouco investimento na adaptação. Geralmente, quando adaptam um jogo para anime, é mais a nível de divulgação do jogo mesmo, como acredito que tenha sido esse caso. A história é mal explicada, mas o suficiente para dar o gostinho de quero mais, para quem pode ir atrás do jogo — que acredito ser muito melhor. Recomendo para quem não tem mais nada melhor para ver, com a temática vampiresca (assistam Hellsing, Blood Plus e Vampire Hunter D!!!!). Ainda quero ver o Starry Sky, outro anime baseado em otome game, por causa dos traços (cheio de personagens masculinos lindos).

sábado, 15 de março de 2014



Vídeo: Let it go metal




Sabem aquela música linda do filme Frozen, que a Elsa canta (enquanto vai construindo o castelo)? Um cara resolveu adicionar um toque de guitarra a ela, e o resultado ficou muito legal! Se olharem a página dele no youtube, vocês verão que ele faz o mesmo com várias outras músicas famosas, tanto de filmes quanto de games.

sexta-feira, 14 de março de 2014


vídeo: dois franceses dançando de toalha




Quem mais aqui ficou esperando que no final eles mostrassem a bundinha, levanta a mão!




o/

quinta-feira, 13 de março de 2014


ilustração: Viajando

Gosto como ela parece pequenininha dentro do balão! <3

terça-feira, 11 de março de 2014

Anime: Shingeki no Kyojin



Sinopse: A história de Shingeki no Kyojin gira em torno de uma humanidade que vem sendo exterminada por gigantes. Porém alguns seres humanos estão dispostos a mudar história e formar um exército de ataque aos seres assassinos. É assim que entra Eren, nosso protagonista, que após ver sua mãe ser devorada por um gigante decide que não deixará nenhum deles vivo e buscará sua vingança completa.

Com 25 episódios lançados, mais um OVA, esse anime ganhou o prêmio de melhor anime de 2013, no Japão. Eu assisti ele no ano passado, e assisti outra vez durante este carnaval com o namorado, que não conhecia a série, e devo dizer que me apaixonei outra vez por ele. Tanto que estou pensando em comprar os mangás (já comprei os dois primeiros que saíram aqui), mesmo já tendo me decidido a não comprar mais mangás longos...sem falar que o traço do autor não me agrada muito, mas estou pensando ainda.

Com um tema inovador (o planeta é atacado por gigantes, e a humanidade praticamente exterminada por esses titãs que busca a exterminação da raça humana), o autor nos sensibiliza para a natureza humana.

É bem verdade que os cinemas estão permeados por filmes em que os humanos precisam lutar contra o desconhecido para sobreviver, mas acredito no plot deste mangá, que conseguiu inovar em muitos aspectos: a começar por nos apresentar a humanidade encurralada num cercado "como cado" (para mim, a questão das palavras usadas são muito importantes!). Ele mostra o quanto somos criaturas frágeis, o quanto nos desestabilizamos perante o medo, e ao mesmo tempo somos "monstros vestidos de humanos". A crueldade está a nossa volta 24 horas por dia. E muitas vezes praticadas por nós mesmos. Matamos animais para nos alimentar, matamos insetos como se não fizessem parte da vida, da natureza, do clico que nos envolve também. Pessoas matam pessoas. Mas diante do medo da morte, vivemos o que nossas presas vivem, nos mostrando o quanto somos criaturas hipócritas. Em essência, todos nós somos. Outro ponto inovador são as questões que ele nos incita a pensar: se tivéssemos em mão uma arma para combater o nosso inimigo, o que faríamos? Conseguiríamos manter nossa consciência intacta, ou viraríamos animais selvagens como eles? Afinal, somos ou não somos seres racionais? Pois, perante o medo, o pavor, o que nos sobra? Além disso, ele trás elementos do que já estamos acostumados a ver nos dias atuais: os que possuem mais poder (leia-se: dinheiro) obtém mais vantagens, são os que conseguem comer melhor, viver melhor, enquanto que os mais fracos passam fome, são tratados como o lixo, e morrem primeiro. Já os que possuem instinto de justiça, são os que vão para a guerra, para as batalhas.

Como disse antes, em Shingeki no Kyojin, o que restou da humanidade vive "preso como gado" cercada por muralhas gigantes que os protegem, sem poder descobrir o que há no mundo "lá fora", há muitos anos. Até que, depois de 100 anos de calmaria, um enorme gigante colossal, com mais de 50 metros, surge perante a muralha externa e abre um buraco nela, fazendo com que outros gigantes menores invadisse o cercado da humanidade, alavancando uma série de ataques.

No primeiro episódio já temos bastante ação; o anime todo é recheado com muito ação, mortes, sangue, suspense e tensão. O que, no fundo, faça com que ele seja apenas mais um anime de batalhas, com ótimos gráficos. Para quem não está acostumado a ver coisas diferentes, pode estranhar nos primeiros episódios com a estética dada pelo estúdio responsável pela animação, mas com o tempo vai se habituando. Algumas das muitas cenas de lutas, no entanto, sinceramente, achei meio fracas. Algumas me pareceram estáticas demais, mas com o passar dos episódios, foram melhorando. Os dois últimos episódios, principalmente, achei sensacionais as manobras 3D da Mikasa.



E por falar nela, sobre os personagens, não há muito o que dizer. Temos o protagonista Eren, um jovem com cede de vingança e justiça, que pretende exterminar o mundo dos gigantes; a sua amiga que cresceu ao seu lado, Mikasa (que nutre um sentimento de romance por ele que, para alguns, pode parecer meio obsessivo — mas eu vejo o medo dela em ficar sozinha como algo natural de alguém que viu sua família ser morta cruelmente de uma só vez); temos também o medroso Armin, que ninguém dá bola para ele, mas é muito inteligente e é ótimo em táticas, o que acaba lhe dando mais importância na trama; e o "bonzudo" do Levi, que faz o estilo badboy e que todo mundo adora. Temos também uma cientista maluca, um capitão sério, o amigo divertido com pouco inteligência, uma menina meio abobada e debiloide, o marrento, a boazuda boa de briga, o bonzinho que não vê maldade em nada, o mais sério, a lésbica (falta o gay! auishaui), e por aí vai... São muitos personagens. Muitos personagens com character design mais ou menos diversificado, mas devo dar pontos pelos uniformes deles que achei muito bacanas (e sexy), sem falar nos equipamentos que foram bem pensados, na minha humilde opinião. Achei muito legal ver que eles usam bombas de gás para voarem entre os prédios, e com o auxílio daquelas cordas com garras (não sei como se chama aquilo)!

Uma coisa que achei interessante no plot foi como o autor teve a sensibilidade de dizer que a humanidade não é constituída apenas por asiáticos, colocando personagens com nomes de origem dos mais lugares (Alemanha, Russia, EUA, Japão, Áustria, Itália...). E por falar nisso, me lembrei daquela mini série de episódios curtinhos, o Hetalia Axis Power, que eu nunca consegui assistir. Mas, enfim...

Eu o considero como um "muito bom anime". Vi alguns comentarem que o anime, inclusive, conseguiu a façanha de fazer a animação ser melhor do que o original, e eu sinceramente não sei se concordo ou não, por que é realmente muito bem produzida, apesar dos pontos fracos que apresenta. Para quem já leu as primeiras edições, já sabe que o anime possui vários mini fillers, mas que foram tão bem encaixados na história que nem percebemos que o são enquanto estamos assistindo. Sem falar na excelente trilha sonora, que consegue captar muito bem os momentos de tensão, suspense e ação.



O autor, Hajime Isayama, tem apenas 28 anos (muito jovem para um mangaka que ganha prêmios) começou na época da escola a desenhar. Ao terminar a escola, ele estudou vários cursos de mangás. Enquanto isso, trabalhava num café para conseguir pagar suas despesas. Shingeki no Kyijin foi o primeiro projeto dele, tendo sido inicialmente apenas uma oneshot — pelo qual recebeu menção honrosa, em 2006. O interessante dessa história é que, primeiramente, ele tentou vender a série para uma revista renomada, que o rejeitou, dizendo que ele precisava mudar o estilo dos seus traços,e mudar sua história também, pois não estava adequada para o público que ele queria atingir. Mas ele se negou a fazer isso, e foi atrás de outra revista, algum tempo mais tarde que o recebeu de braços abertos. xD

Em 2008, ele se candidatou para o 80 º Weekly Shonen Revista Freshman Manga Award, onde seu trabalho "Heart Break One" (seu segundo trabalho) recebeu o Prêmio Special Encouragement Award. Seu outro trabalho "Orz", foi escolhido como um trabalho selecionado na mesma competição no ano seguinte.

Em 2009, seu primeiro trabalho Shingeki no Kyojin começou no mensal Bessatsu Shonen Magazine. Ele venceu a categoria Shonen do 35 º Kodansha Manga Award em 2011, e foi indicado tanto para o 4 º prêmio Manga Taishō anual quanto ao prêmio anual Tezuka Osamu Cultural. Shingeki no Kyijin inspirou três spin-off da série de mangá, uma light novel, uma adaptação para a TV (o anime), vários romances, um vídeo game e um filme live-action que está em produção (!!!). O resort Bungo Oyama Hibiki no Sato, em sua cidade natal de Oyama, ainda realizou uma exposição livre exibindo cópias de manuscritos de Isayama para o mangá, em 2013.

Já vi muita gente de mimimi na internet, resmungando bobagens, justificando seus argumentos rasos dizendo que é apenas mais um anime que virou "modinha". As pessoas esquecem que as coisas viram moda, ou se tornam clichê, justamente por serem boas, e todos a quererem usá-la/consumi-la. Por que o que é ruim, ninguém usa, certo? Ok, que não é TUDO aquilo, mas, por favor, né, o cara tem seus méritos por sua primeira obra e com apenas vinte e poucos anos!

quinta-feira, 6 de março de 2014

vídeo: Bottle Nebula





Eu já tinha visto essa coisa linda por aí, mas não fazia ideia do que era, muito menos que dava para fazer em casa! D: Até que encontrei esse vídeo no youtube ensinado. xD resolvi trazer para cá, para quem se interessar em fazer um desses também! Vou tentar conseguir os materiais até o fim de semana e fazer para mim também T__T e aí mostro aqui para vocês.

terça-feira, 4 de março de 2014


segunda-feira, 3 de março de 2014





ilustração: em outro planeta


domingo, 2 de março de 2014

ilustração: num inverno qualquer


Tentando de outro jeito...

sábado, 1 de março de 2014

sementinhas

E esse foi todo a lápis. :)

ilustração: experimentos

Mais um sem lápis! :)

macarrone


quadinhos alternativos


ilustração: passeio

A qualquer lugar!

vídeo: um curta metragem - Alma


Esse vídeo me foi indicado pela minha "filha" Noel Blue, e resolvi trazer para cá. Ele foi produzido pelo espanhol Rodrigo Blaas, ex-animador da Pixar, o curta Alma ganhou vários festivais internacionais. O filme não tem falas, apenas uma trilha sonora com clima de suspense, e a duração de pouco mais de cinco minutos.


A narrativa pode nos causar estranhamento à princípio, pode parecer meio sombria, obscura e macabra, mas isso se apenas olharmos como meros espectadores — o que obviamente não é o que o autor quer.


Vejamos: indo pela sequência das cenas, vemos uma criança. E o que ela faz ao se deparar com um brinquedo? Ela se encanta, se maravilha (como acontece com qualquer criança diante de um brinquedo)! Em seguida vem o desejo de posse do brinquedo, e ela faz de tudo para alcançá-lo. E então, temos brinquedos se movendo, criando vida.

Não é isso o que acontece quando somos crianças e brincamos? Nós falamos com os bonecos, damos vida e alma a eles. E acho que isso é o que o autor quer transmitir.

Segundo informações de fontes não confiáveis, o curta pode se tornar um longa, dirigido pelo famoso diretor Guillermo del Toro — responsável pela produção do “Gato de Botas”. Ao que tudo indica, Rodrigo Blass fará parte da produção, e pretendem manter o mesmo tom sombrio que o curta traz.



ilustração: musica


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Maira Gall