sábado, 29 de dezembro de 2012

Anime: Sukitte Ii na Yo









Título em Japonês: Sukitte Ii na yo..
Título Alternativo: 
Say I love you.
Categoria:
 Série TV.
Episódios: 13. 

Produtores:
 Zexcs.
Gênero: Comédia, Drama, Shoujo, Vida Escolar.
Duração:
 23 min. por episódio.

Sinopse: Esta história de primeiro amor roda em torno de Tachibana Mei, uma garota que nunca fez amigos ou teve um namorado em 16 anos. Certo dia, ela acidentalmente machuca Kurosawa Yamato, o garoto mais popular do colégio. Por algum motivo, Yamato se torna interessado na Mei, e começa uma amizade não correspondida com ela. Ele até a protege de um perseguidor, a beijando.




Bom, essa sinopse ultra tosca foi retirada do Hinata Sou. Digo isso, por que se fosse por ela, eu teria largado de mão desse super anime, que tem se mostrado a cada episódio ser muito mais do que apenas um romance juvenil entre estudantes. Ele está regrado de mamão com açúcar, mas com leves toque de comédia e melancolia, que tiram aquele gosto enjoativo.





























































No primeiro episódio, já me senti cativada pela Tachibana Mei que dá uma belo chute no belo Yamato. À principio, ela parece aquele tipo de garota tímida sentimental, frágil e irritante. Mas com o tempo vemos que ela é muito mais do que isso. Ela foi traída por amigos, no passado, e passou a desconfiar de todos a sua volta. Em especial os garotos e garotas populares da escola, que recebiam toda a atenção por se acharem superiores, e que no fundo ela pensava que eram todos fúteis. Mas para sua surpresa, Yamato, um desses personagens populares da escola, que ainda por cima trabalha como modelo fotográfico para revistas, percebe que ela é diferente das outras meninas, e passa a se interessar mais pela garota. Aos poucos, ele tenta se aproximar dela, percebendo o modo como ela se excluía de tudo, e ele acaba se tornando uma presença constante ao seu lado. Aos poucos, ela nota as particularidades dele, até descobrir que ele guarda um passado de mágoas e remorsos, e não era tão orgulhoso quanto parecia. Quando percebe, está apaixonada por ele. 















 E então, entram outros personagens. Como o garoto mais cobiçado da escola, Tachibana enfrenta rivais. Entre uma delas, está uma garota que era obcecada pela beleza, e seu corpo. Ela sofreu bullying na escola, por ser gordinha e chamada de feiosa, e começou a fazer uma dieta terrível  até se tornar meio anoréxica. E esse é um um ponto muito positivo para o roteiro, porque mostra a realidade de muitas meninas. Ela mudou completamente o seu jeito de ser para agradar os outros, por que seu ponto de vista sobre si mesma foi completamente distorcido pelos colegas. E aí, temos cenas de como ela se sentia, e tudo mais. 















Ah, e, claro, ela era apaixonada pelo Yamato,e não aceitava o fato de ele estar com uma garota sem graça como a Mei. Tipo, como um garoto popular, inteligente, e lindo poderia estar apaixonado por uma magricela sem graça? Para separar os dois, ela conta a Tachibana como conseguiu levar o Yamato para cama... E a guria, é claro, se sente ameaçada e começa a fazer as mesmas indagações, com sua auto-estima abalada. Ela começa a repensar aquela relação, e teme que o Yamato vá traí-la também.



E então, entra mais um personagem, que fazia parte do passado do Yamato. Seu ex-melhor amigo que também sofria bullying. Ele acreditava que o Yamato havia lhe dado as costas quando mais precisava, quando na verdade ele era apenas um covarde, e se senti mal por isso — por que ele não era tudo o que os outros pensavam dele, mas mantinha as aparências para se dar bem.



Bom, com isso acho que já dá pra ver bem a complexidade da trama. Cada personagem tem uma historia para contar. Há um desenvolvimento psicológico  elaborado para explicar e emendar as pontas do drama. Achei muito bom por ele tratar sobre um assunto tao atual: a obcecação pela beleza, mas não de um modo fútil. Ele meche com o interior das personagens, como acontece na verdade. Acho que o anime, no fundo, é isso; com um romance a mais para atrair o publico, é claro... 



 Com relação a detalhes mais técnicos, em minha humilde opinião, o considero bem produzido, apesar dos traços conter alguns probleminhas de proporção. Mas isso é uma característica da mangaka. A trilha sonora do inicio acho meio irritante, mas a do final é melhorzinha. 



















sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Comentando The Words



Sinopse pelo Adoro Cinema: Rory Jansen (Bradley Cooper) é casado com Dora (Zoe Saldana) e trabalha em uma editora de livros. Ele sonha em publicar seu próprio livro, mas a cada nova tentativa se convence mais de que não é capaz de escrever algo realmente bom. Um dia, em uma pequena loja de antiguidades, ele encontra uma pasta com várias folhas amareladas. Rory começa a ler e logo não consegue tirar a história da cabeça. Logo ele resolve transcrevê-la para o computador, palavra por palavra, e a apresenta como se fosse seu livro. O texto é publicado e Rory se torna um sucesso de vendas. Entretanto, tudo muda quando ele conhece um senhor (Jeremy Irons) que lhe conta a verdade por trás do texto encontrado.

Bom, obviamente, resolvi assistir ao filme apenas pelo Ben (*fangirl mode on*). Quando o coloquei pra rodar no meu notebook, nem falei nada pro meu namorado, porque já sabia que a figura iria xiar. Mas ele já me obrigou a ver tantos filmes com a Jennifer Aniston (ele é apaixonado por ela! Humpf u.u) que não consigo contar nos dedos, e tinha que cobrar isso dele. >:D E, claro, quando ele se deu conta de que o Ben estava ali, já pela metade do filme, o diabo só me olhou de canto, fazendo careta! >>:D

Bom, o filme começa com a personagem do Dennis Quaid (este senhor da primeira foto abaixo), apresentando o seu livro para um público considerável, numa espécie de conferência. Coisa de americano... Aqui no brasil temos "encontros com autores", com cafezinhos, numa livraria...¬¬

Enfim, ele fala qualquer bobagem no início, e então começa a ler a primeira parte do livro. Aí, temos na tela o feioso (ahém!) do Bradley Cooper fazendo papel da personagem principal do livro do Clay Hammond (Qauid).

Começa então a parte interessante da história. Mas antes, deixe-me esclarecer que meus comentários aqui serão rápidas pinceladas do que percebi. Antes de vir aqui escrever meus comentário, tive que buscar outras criticas a respeito do filme, porque terminei ele com a sensação de que algo ficou faltando. E para minha surpresa, eis que vejo que não fui a única. A maioria das criticas são negativas, e não somente para o filme em si, como para os atores. :/

Mas voltando à parte interessante, como eu ia dizendo, com o desenrolar da trama, que fica num vai e vem entre o tempo do livro e do que supostamente estaria acontecendo na conferência, nos é mostrado que o livro fala sobre um escritor frustrado, que tem suas obras sempre recusadas pelas editoras. E aí me interessei ainda mais pelo filme, justamente porque ele fala sobre o que é ser um escritor, e mostras as dificuldades que enfrentamos quando a inspiração não vem. E no caso do Rory (Bradley Cooper), ele acaba encontrando por acaso um manuscrito antigo, com uma história muito boa, e resolve copiar toda ela sem mudar uma única vírgula! A tentação foi grande demais, diante daquele sufoco, daquele bloqueio criativo. E com o tempo, ele acabou acreditando que realmente tivesse aquela historia para contar em suas posses.

Bom, ele publica e faz muito sucesso. Mas lá pelas tantas, para sua surpresa, ele encontra um senhor, que nunca diz seu nome, que revela ser o verdadeiro autor daquela historia. Rory, é claro, fica chocado com a noticia, mas ouve atentamente aquele senhor lhe contar como teve ideia para aquela historia tão bem escrita e desenvolvida. E então, descobrimos que a personagem central daquela historia era ele mesmo, contando suas próprias experiência, quase numa autobiografia. E aí entra o "maravilhindo" do Ben, fazendo papel daquele senhor quando mais novo — e que continua sem nome.

Enfim, vemos então que confusão é este filme. Uma história, dentro de outra estória, que está dentro de outra... Isso é até muito interessante, e há estudos sobre esse tipo de desenvolvimento na ficção (recomendo Cartas a um jovem escritor, do Mario Vargas Llosa), e isso torna o filme mais rico. E teria sido muito melhor se o diretor tivesse lhe dado um desenvolvimento mais apropriado, mais digno da grandiosidade que o filme prometia ser. Mas da forma como ele foi apresentado, ele acabou tendo um sentido meio banal, sem grande destaque. Na verdade, não sei nem dizer ao certo qual foi o enfoque do filme, por que ele apresenta tantas ideias boas, mas que se perdem no desenvolvimento fraco que recebeu. A princípio, o filme parece abordar a questão moral e ética dos escritores atuais, que estão desesperados para fazerem sucesso e escrevem qualquer coisa. Depois ele fala sobre as tomadas de decisões que as personagens enfrentam... E por fim, esse encaixe de histórias, que chegou num ponto em que achei que ele fosse querer confundir o espectador com a dúvida sobre o que é real e ficção na história (mas que também se perdeu ao final, infelizmente), e essa mistura de personagens. Que por falar nisso, as mulheres da trama, que além de acrescentarem um draminha amoroso insignificante, serviram só pra balançar a bunda na tela. ¬¬ Foram totalmente dispensáveis. Quero dizer, com exceção da Célia (a francesa que faz par com o Ben), que tem um papel mais significativo no romance, por ser a causa de tudo. E pensando dessa forma, vejo o quão banal o filme parece...¬¬

Mas mudando de assunto, vi gente criticar o Ben pela péeeessima atuação no filme. Primeiro, que ele fez o bêbado mais fajuto da historia do cinema. E, infelizmente, eu concordo com a crítica. Eu mesma fiquei pasma quando o vi cambaleando meio sem jeito, cantando qualquer coisa, mas muito mal representado. PQP, Ben! T__T Depois há uma cena de fúria, igualmente fajuta, em que ele atira quatro ou cinco coisas no chão, cai de bunda e finge muito mal chorar, pra logo esquecer tudo ao ter supostamente uma ideia brilhante no meio daquele sentimento negativo todo... ¬¬ Não faz sentido! Claro que esses detalhes foram falha do roteiro, que o instruiu a isso, mas a atuação em si também deixou muito a desejar. T___T

Acho que já disse aqui que, apesar de babar e cair de quatro por ele, não o considero bom ator, né? Sejamos francas...ele pode ser maravilhindo, inteligente, fofo, engraçado, eloquente, sexy, lindo pra caralho (ahém!) e ainda ser formado em literatura infantil (ou infanto-juvenil...de qualquer forma é fofo e minha fonte inspiração T_T). Mas isso tudo é relacionado à pessoa, ao Benjamin Barnes como indivíduo... Eu ouso a dizer que acho ele melhor em comédias do que em drama, mas ainda assim não é muito convincente... Por que o ator ainda tem muito chão pela frente até se tornar um bom profissional. Mas claro que torço muito por ele. :3

Bom, pra finalizar, as fotos dele no filme! Sinto falta do cabelão dele, mas já aprendi a gostar desse cabelo curtinho. *_* E na cena em que ele brinca com a filha...gente, que coisa mais cuti-cuti! Deu vontade de ter um filho com ele!!! UHAIHAIUAHUAI (se eu não voltar a postar no blog, é pq fui assassinada pelo namorado! T__T)

E digo que recomendo o filme só para quem gosta do Ben, e quer babar mais. :3

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

E presentes!










Bom, primeiramente, desejo Feliz Natal a todos! Tudo de bom, paz, saúde, alegria, e todas essas coisas bonitas que se diz nessa época do ano. :)

Confesso que eu sou uma daquelas pessoas que se sente deprimida com as festas de fim de ano. Não sei porque...Talvez porque acabou mais um ano, e olho para trás, e vejo que não fiz muito. Odeio essa sensação. Ainda por cima, sou muito auto-crítica, e fico me comparando com meus amigos. >_< — o que é ruim e muito feio, mas não consigo evitar. Conheço gente que faz milhares de coisas, enquanto eu fiquei estagnada. Este ano voltei para a faculdade, larguei o curso de teatro que estava fazendo para isso...comecei a trabalhar numa escola (que devo dizer, é estressante pra cacete!). Ah, viajei para Montevideo, no meio do ano, e isso foi um ponto muito positivo. Mas, basicamente, meu ano foi isso. Conheci gente nova, o que foi bom também, e mantive contato com gente "velha", o que também é bom.

 Mas enfim, chega de chorumelas... vamos pular para a melhor parte do fim do ano...os presentes! :D
Vejam os mimos que ganhei da minha sogra! :)
Três bauzinhos de madeira, pra guardar trecos, e super delicados. Amei de verdade.








































































































E, siiiiiiiiiiiiiiim! Essa é a trilogia do Cinquenta tons de cinza que ganhei de ninguém menos que o meu próprio namorado piadista! =D Eu andava louca pra por as mãos neles >:D Até porque, quando ando pelas ruas, ultimamente, só se vê gente lendo isso. Já vi até um senhor, velhinho, no ônibus, lendo isso! Juro!  *velhinho safado*
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Mas agora, por último, mas não menos importante, o presente que ganhei da minha mana.
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Eu já disse que tenho a irmã mais linda do mundo???? :3


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Tenho a irmã mais linda do mundo!

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Tá, só mais um pouco de suspense, porque esse merece. T___T

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Tchaaaaaaaaaaaaarammmmmm!






Livro de capa dura, com jaqueta e versão bilíngue (português e inglês) do Dorian Gay (segundo meu namorado...¬¬) e com a capa do Maravilhoso-Magnífico-Lindo-Idolatrado-Salve-Salve-Super-Hiper-Ultra-Mega-Gostosinho-Ben-Tudo-de-Bom-Barnes!!! T___________________T E minha irmã não conhecia o filme, mas sabe que eu babo pelo Ben (vi Crônicas de Nárnia 2 com ela, e presenciou o mágico momento em que me apaixonei por ele *_*). Ela disse que estava passando na Fenac, e assim que viu o livro e reconheceu o "cara da capa", não pensou duas vezes. T__T E ela ainda me deu uma carteira da Betty Boop, mas só porque não serviu as coisas dela. :p

Sem querer menosprezar os outros presentes, é claro. Amei todos eles ♥. E da minha mamãe ainda ganhei um vestido longo, com um corte nas laterais, mas que vou ter que trocar porque não coube "nimim". T_T (é o modo sutil que ela encontrou para me chamar de gorda!)

Enfim, espero que todos tenham ganhado presentes também! Até me surpreendi esse ano, porque ano passado não ganhei nada T__T Mas se não ganharam, tudo bem, espero que tenham tido uma boa noite, pelo menos, com seus familiares — que é o que mais importa. :)

(mentira! os presentes é o que importa!)

domingo, 9 de dezembro de 2012

Anime: Psycho Pass








Título em Japonês: Psycho-Pass
Categoria: 
Série TV
Episódios: 
22.
Produtores: 
Production I.G.
Gênero: 
Ação, Violência, Ficção Ciêntifica, Seinen.
Duração: 
23 min. por episódio.

 

Sinopse: A série se passa em um futuro próximo, onde é possível medir e quantificar o estado da mente e personalidade de uma pessoa instantaneamente. Esta informação é gravada e processada, e o termo “Psycho-Pass” se refere a um padrão usado para medir como um indivíduo está, podendo classifica-lo como criminoso antes mesmo que cometa qualquer delito. A história gira em torno do “agente de execução” Kougami Shinya e a inspetora Akane Tsunemori, que é encarregada de combater o crime num mundo com esta realidade.







Bom, a história ainda está em desenvolvimento; recém laçaram o episódio 9. Portanto não há muito o que falar ainda sobre essa série. O que mais me chamou atenção a ele foi os traços, que de cara os identifiquei. O autor é o maravilhoso Akira Amano, o mesmo que escreveu e desenhou Katekyoshi Hitman Reborn (quem não assistiu, e gosta de animes/mangás shounen, veja!). Além disso, fiquei super surpresa, pelo plot ser totalmente diferente do seu trabalho anterior. Se Reborn tinha algum "q" de infantilidade, ele o eliminou por completo em Psycho Pass. 





















































Aqui não temos a comédia inocente de Reborn, mas bastante violência e ação — como podem ver pelas imagens. Há também alguns leves elementos do psycodelismo nos gráficos que, em comparação, estão muito melhores. O Amano deu um belo salto trocando de produtora.






Enfim, até agora, pelo que pude constar, a história não conta apenas sobre a corrida contra criminosos, onde em média a cada dois episódios temos um caso a ser resolvido. Além das pistas do crimes, um pouco é revelado sobre o passado de cada personagem, agregando mais conteúdo e substância à história. E não somente a solidão e melancolia dos protagonistas nos é revelado, como os sentimentos dos criminosos numa era em que tudo é automático, cibernético. Acredito que isso seja uma critica, ou um alerta, sobre os problemas que estamos começando a enfrentar, e que podem ainda se agravar no futuro, em nossa relação com a tecnologia. Claro que o autor vai além na fantasia, com todo o direito e licença, mas senti essa critica mais forte nesse último episódio lançado, quando um senhor, pesquisador, é entrevistado por uma moça. A repórter lhe faz perguntas sobre as pessoas que querem prolongar a vida, e especula a possibilidade de ser imortal, fazendo algumas criticas a isso. O pesquisador, então, afirma que ela mesma era uma ciborgue  por que estava tão dependente da tecnologia que não sabia mais o que faria sem ela. Achei isso sensacional — apesar de óbvio, e já se falar sobre isso atualmente! 





Recomendo o anime para quem gosta de histórias policiais, com ação e sangue. Enfatizo que os traços do Amano são...sexy e deliciosos >:D






















Essa imagem abaixo é  da arma que eles usam para detectar o nível de Psycho Pass, e eliminar os possíveis criminosos. Como eu gosto de desenhar, fiquei babando pela quantidade de detalhes da arma.. T__T









Gokudera e Hibari, na versão Psycho Pass XD






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© Bia Reys: ilustrações
Maira Gall